“Em São Paulo há visitas guiadas para surdos em cinco museus”

Conte algo que não sei / Leonardo Castilho, arte-educador:
“Em São Paulo há visitas guiadas para surdos em cinco museus”

(Hoje, na página 2 de O Globo)

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Urbanismo inclusivo

Folha de S. Paulo, Ilustrada, 23/08/2014:

Em texto inédito, Nicolau Sevcenko defende o urbanismo inclusivo

Um dos últimos trabalhos do historiador Nicolau Sevcenko, morto no último dia 13 aos 61 anos, foi a orelha do livro “Pioneiros da Habitação Social – Volume 1”, de Nabil Bonduki. A obra será lançada pela editora Unesp no início de setembro. Leia no link abaixo o texto de Sevcenko:

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/08/1504444-em-texto-inedito-nicolau-sevcenko-defende-o-urbanismo-inclusivo.shtml

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Comissão de Práticas Colaborativas – OABRJ

Com a marca do seu pioneirismo, a OAB/RJ, presidida por Felipe Santa Cruz, criou a primeira Comissão de Práticas Colaborativas no Brasil. Práticas colaborativas consistem numa abordagem multidisciplinar, não adversarial e extrajudicial de resolução de controvérsias.

Nada é tão “Rio de Janeiro” e “Brasil” quanto a vista que se tem da OAB/RJ. Assim como o Pão de Açúcar é sinônimo de Brasil, a Comissão Especial de Práticas Colaborativas criada pioneiramente nesta seccional tem tudo para também existir no país inteiro.


No dia 25 foi realizada a primeira reunião da Comissão Especial de Práticas Colaborativas da OAB/RJ, com presença de todos os integrantes que estavam na cidade (22 de 25). A presidente da Comissão, Olivia Fürst, e a vice-presidente, Marisa Gaudio, propuseram a criação dos grupos de trabalho Pesquisa, Sensibilização, Docência, Eventos, Institucional e Social, tendo as pessoas presentes se organizado de acordo com eles para iniciar as atividades da Comissão.

Visite a página de Comissão de Práticas Colaborativas – OABRJ no Facebook:
https://www.facebook.com/praticascolaborativasoabrj

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Práticas Colaborativas no Direito Cível e Empresarial


Saiba mais:
www.praticascolaborativas.com.br

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Outro evento bem-sucedido do Comdef-Rio

Registro do final do evento Educação Inclusiva em Redes Municipais, do Comdef-Rio.

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Inclusão escolar e deficiência em debate

O Globo, Sociedade, 19/08/2014:

Inclusão escolar e deficiência em debate

A inclusão de alunos com deficiência no ambiente escolar estará em pauta hoje, no Rio. O Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comdef-Rio) promove, a partir das 14h, o evento “Educação inclusiva em redes municipais”.

Entre os participantes estará a gerente de Educação Inclusiva Rosângela Machado, da Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis, ganhadora do III Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas em 2013. Também participarão a diretora do Instituto Helena Antipoff, da Secretaria Municipal de Educação do Município do Rio, Kátia Cristina Vieira Nunes da Silva, e a coordenadora de Educação Especial do Instituto, Cláudia Linhares.

Na primeira parte do seminário, as três convidadas ministrarão palestras, após o quê haverá uma mesa de debates. O endereço é Avenida Presidente Vargas 1.997, auditório 311, Centro.

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Educação Inclusiva em Redes Municipais


Convite em formato retangular com fundo branco e margem direita com uma faixa azul. No alto, à esquerda, está a logomarca do COMDEF-Rio. Logo abaixo, grafado na cor azul está o título do evento: EDUCAÇÃO INCLUSIVA EM REDES MUNICIPAIS – Ciclo de Debates COMDEF-Rio 2014. Em seguida, vem o conteúdo do convite, também gravado na cor azul.

Educação Inclusiva em Redes Municipais
Ciclo de Debates Comdef-Rio – 2014

PALESTRANTES

Rosângela Machado
Gerente de Educação Inclusiva da SME de Florianópolis/SC* e doutora em Educação. Defendeu a tese “O atendimento educacional especializado e sua repercussão na mudança das práticas pedagógicas, na perspectiva da educação inclusiva: um estudo sobre escolas comuns da rede municipal de ensino de Florianópolis”.

Kátia Cristina Vieira Nunes da Silva
Diretora do Instituto Helena Antipoff, da Secretaria Municipal de Educação do Município do Rio de Janeiro, Kátia é professora da Rede Municipal de Ensino, graduada em Pedagogia, com pós-graduação em Andamento de Gestão Escolar.

Cláudia Linhares
Coordenadora de Educação Especial do Instituto Helena Antipoff.

PROGRAMA

Dia 19 de agosto, terça-feira

14h – Abertura
14h15m – Rosângela Machado
14h45m – Kátia Cristina Vieira Nunes da Silva
15h – Cláudia Linhares
15h30m – Coffee Break
16h – Debate
17h – Encerramento

Av. Presidente Vargas, 1997, 3º andar, Auditório 311
Centro – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 2224-1200

***
*Leia também:
Secretaria de Educação ganha Prêmio Nacional

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Professora com Síndrome de Down quebra barreiras

Além de aulas, Débora se dedica à literatura infantil, escrevendo contos em que os personagens enfrentam constrangimento – Reprodução

O Globo, Sociedade, 13/08/2014:

Professora com Síndrome de Down quebra barreiras para dar aulas e palestras sobre inclusão
Débora Seabra, pioneira, enfrentou de cabeça erguida a discriminação no Rio Grande do Norte

POR ANDRÉA RANGEL

RIO – Para a educadora potiguar Débora Seabra, de 33 anos, inclusão é a palavra de ordem. Com dez anos de carreira, ela foi a primeira pessoa com Síndrome de Down a lecionar no país, e hoje é professora auxiliar da educação infantil na Escola Doméstica, instituição privada de ensino em Natal, no Rio Grande do Norte. Sua história é um dos estudos de caso que serão apresentados no Educação 360, seminário promovido em setembro pelos jornais O GLOBO e “Extra” em parceria com o Sesc e a Prefeitura do Rio.

- Para seguir o magistério, é preciso paciência. E eu me dou muito bem com os alunos. Quando um aluno chega, ele vem e me abraça – afirma.

Além do trabalho em sala de aula, Débora dá palestras sobre educação inclusiva e se dedica à literatura infantil. No ano passado, lançou o livro “Débora conta histórias” (Editora Objetiva), em que os personagens enfrentam preconceitos. Num dos contos, um pato é discriminado por não querer namorar outras patas, mas sim outros patos. Há também a história de uma galinha surda e um sapo que não sabe nadar.

- São histórias que acontecem com animais, mas poderiam acontecer com qualquer pessoa – revela a escritora.
Sua atuação como palestrante já alcançou outros países: Argentina, Portugal e Estados Unidos. Este ano, no dia 21 de março, data em que se comemora o Dia Internacional da Síndrome de Down, ela chegou a ministrar uma palestra na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

- Nas palestras, falo sobre inclusão – conta. – A pessoa com Síndrome de Down tem que estudar no ensino regular, sou contra escolas especiais. Eu só cheguei até aqui porque estudei na rede regular.

ESCOLA ESPECIAL, FATOR LIMITANTE

Mãe de Débora, a advogada Margarida Seabra nem cogitou a possibilidade de matricular sua filha numa escola especial. Uma das fundadoras da Associação de Síndrome de Down do Rio Grande do Norte e criadora da Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RN, ela tece severas críticas à escola especial, que atende exclusivamente alunos com algum tipo de deficiência física ou mental.

- A escola especial é um crime. O aluno com Down precisa enfrentar desafios, conviver com a diversidade.

Para a psicopedagoga Dulciana Dantas, que atende Débora há dez anos, o ensino especial para este tipo de caso acaba interditando os direitos das pessoas de participar da vida em geral. Ela defende a combinação de ensino regular com atividades de assimilação pedagógica. Nas sessões com Débora, Dulciana realiza um trabalho didático-pedagógico, repassando com a professora o planejamento escolar que será realizado por sua turma.

- Nós também trabalhamos com discussão e produção de textos. Débora é uma das pessoas mais obstinadas e empreendedoras que já conheci ao longo de 15 anos de carreira.

Ao terminar o ensino médio, Débora ingressou no curso de magistério da Escola Estadual Professor Luiz Antônio, onde foi vítima de preconceito e sofreu.

- Nos trabalhos em sala, eu costumava ficar sem grupo. E cheguei a ser agredida, quando uma menina me obrigou a cheirar o seu tênis. Eu tive que lutar pela inclusão – relata.

Mas Débora não desistiu do seu objetivo e acabou conquistando a admiração de alunos e professores. Ela recebeu o título de “Rainha da Escola” e foi homenageada na cerimônia de formatura do curso, em 2004.

Concluído o ensino técnico, o próximo passo foi fazer estágio numa creche na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). E há dez anos ela trabalha como professora auxiliar na Escola Doméstica. A professora Gina Maria Borba, que divide a sala de aula com Débora, é toda elogios para sua colega de trabalho.

- A cada dia que passa, Débora se mostra mais interessada – diz. – Está sempre disposta a trabalhar, e me ajuda em diversas atividades como colagem e narração de histórias. E o fato de ter Síndrome de Down é encarado com naturalidade pelos alunos.

O seminário Educação 360 acontece nos dias 5 e 6 de setembro na escola Sesc do Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 19 de agosto somente através do site do evento, que fica no endereço www.educacao360.com.

Fonte: O Globo Online

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RIO – CIDADE ACESSÍVEL A TODOS


RIO – CIDADE ACESSÍVEL A TODOS
Por um Rio Diferente, Porque Somos Iguais.

15 de agosto de 2014, 9h
Edifício-sede do MPRJ – Av. Marechal Câmara, 370, 9º andar, Auditório – Centro, Rio de Janeiro/RJ

9:00 ABERTURA

9:30 MESA 1: ACESSIBILIDADE: LEGISLAÇÃO E NORMAS TÉCNICAS
Rafael Luiz Lemos de Souza

Promotor de Justiça
Adriana Romeiro de Almeida Prado
Arquiteta, urbanista, especialista em Acessibilidade, Coordenadora da Comissão de Acessibilidade a Edificações e Meio do Comitê Brasileiro de Acessibilidade, da ABNT
Mediador: Sydnei Dias Menezes
Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro

10:30 MESA 2: O DESENHO UNIVERSAL COMO POLÍTICA PÚBLICA NOS GRANDES EVENTOS: HÁ LEGADO?
Regina Cohen

Arquiteta, Coordenadora do Núcleo Pró-Acesso da UFRJ, Consultora na elaboração do Manual de Acessibilidade para o Comitê Organizador Rio 2016.
Luiz Pizzoti
Gerente de Sustentabilidade e Acessibilidade da Empresa Olímpica Municipal
Mediador: Luiz Cláudio Carvalho de Almeida
Promotor de Justiça

14:00 MESA 3: O DESENHO UNIVERSAL COMO VALOR NOS PROJETOS URBANOS E ARQUITETÔNICOS
José Antônio Lanchoti

Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP
Silvana Cambiaghi
Arquiteta, Mestre em Arquitetura pela FAU-USP, membro fundadora da Comissão Permanente de Acessibilidade – CPA da Prefeitura de São Paulo, autora do livro “Desenho Universal: Métodos e Técnicas para Arquitetos e Urbanistas” – Editora SENAC
Mediador: Geraldo Marcos Nogueira Pinto
Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (OAB-RJ)

15:00 DEBATES

***
INSCRIÇÕES:
ceaf.eventos@mprj.mp.br – 2550-9060 / 2550-9059
www.caurj.gov.br

***
REALIZAÇÃO:
MPRJ – Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; OABRJ – Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência; NÚCLEO PRÓ-ACESSO – Núcleo de Pesquisa, Ensino e Projeto Sobre Acessibilidade e Desenho Universal; CAU/RJ – Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro; COMDEF-RIO – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro.

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Pela renúncia imediata da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro

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“De todas as profissões, se um jovem estiver interessado em honestidade e não estiver interessado em ganhar muito dinheiro, eu aconselharia o jornalismo, que lida com a verdade e tenta disseminar a verdade. Há mentirosos em todas as profissões, inclusive no jornalismo, mas nós não os protegemos. Os militares acobertam mentirosos. Os políticos, os partidos, o governo, todos fazem isso. O escândalo do Watergate é uma crônica de acobertamento. Os jornalistas não agem assim, não toleram o mentiroso entre eles. Acho uma profissão honrosa, honesta. Tenho orgulho de ser jornalista.” Gay Talese

Desde junho de 2013, quando grandes manifestações tomaram as ruas do país, os jornalistas profissionais tornaram-se alvo de agressões partidas das forças policiais e de manifestantes. Em nossa cidade, o problema tornou-se particularmente grave por conta da atuação da diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, que, por sucessivas vezes, ignorou sua obrigação básica, a de defender os integrantes da categoria que deveria representar, profissionais que, com suas contribuições, sustentam a entidade.
A diretoria não hesitou em condenar a violência dos agentes do Estado, mas demonstrou, em diferentes momentos, ter uma absurda tolerância com ataques a jornalistas desferidos por manifestantes. Chegou a exaltar o trabalho dos chamados “comunicadores populares” ou “midiativistas”, responsáveis, em diferentes momentos, por hostilidades, ofensas e agressões a repórteres.
A insistência da diretoria em criticar de forma genérica, agressiva e irresponsável o trabalho da imprensa colaborou para acirrar e justificar as hostilidades contra os profissionais encarregados de cobrir as manifestações. Por conta da leniência com os agressores, a diretoria do sindicato tornou-se cúmplice dos ataques a jornalistas. Ao longo dos últimos meses, a diretoria ignorou as muitas críticas públicas à sua atuação e manteve suas equivocadas e inconsequentes convicções.
Em sua marcha na contramão dos interesses dos jornalistas, a direção sindical manipulou informações para tentar negar a óbvia responsabilidade de manifestantes no assassinato do cinegrafista Santiago Andrade. Não contente com isso, a presidente da entidade chegou a participar de um burlesco julgamento simulado dos autores do crime, uma encenação dedicada a diminuir a responsabilidade de réus confessos e a reafirmar a condenação do trabalho da imprensa.
O último episódio foi o ataque a colegas que, diante do Complexo Penitenciário de Gericinó, registravam a libertação de ativistas beneficiados por habeas corpus. Mesmo diante da agressão fartamente noticiada, a diretoria não teve a dignidade de cancelar um evento, marcado para o dia seguinte, na sede da entidade – uma entrevista de parentes de manifestantes presos. Na convocação do ato, a diretoria do sindicato cometeu o absurdo de classificar os ativistas de “presos políticos”. Para a diretoria do sindicato, vivemos numa ditadura, num estado de exceção.
A coletiva – que contou com a presença de uma ativista que, em fevereiro, classificara os jornalistas de “carniceiros”- transformou-se em uma sessão de insultos e ameaças aos profissionais que cobriam o evento. Naquele triste dia, jornalistas se viram constrangidos a deixar a sede do sindicato que os deveria representar. Não contente com isso, a diretoria emitiria nova desastrada nota oficial, em que dizia haver “animosidade mútua” entre manifestantes e jornalistas. De vítimas, os jornalistas foram transformados em coautores das ofensas e agressões sofridas ao longo dos últimos meses.
Como jornalistas, defendemos a democracia, os direitos humanos e o direito ao contraditório. Defendemos também que todos os acusados, de qualquer crime tenham direito à ampla defesa, ao devido processo legal, ao juízo natural de sua causa. Repudiamos a tortura, a arbitrariedade e a violência, independentemente de quem as pratique. A denúncia das arbitrariedades faz parte do cotidiano de nossa atividade profissional. Não aceitamos ser criminalizados nem demonizados por quem quer que seja, sob qualquer pretexto.
Acreditamos em nossa profissão, de cujos problemas, limitações e necessidades de mudanças profundas estamos conscientes. Mas também cremos incondicionalmente no regime democrático e na necessidade de respeito às leis e de apuração de todas as violações da ordem legal.
Esquecidos das determinações do estatuto da entidade e do código de ética da categoria, os diretores insistiram, ao longo do último ano, em dar guarida e palanque a quem nos agride, ofende e calunia. Violaram o compromisso que assumiram ao se tornarem diretores do SJPMRJ, demonstraram, portanto, ser incapazes de permanecer em seus cargos.
Assim, nós, jornalistas profissionais do Rio de Janeiro, reivindicamos a renúncia imediata desta diretoria que tanto nos desrespeita e que não nos representa. Esta situação é prevista no estatuto do SJPMRJ que, em seu artigo de número 30, determina:
“Se ocorrer renúncia coletiva ou destituição da diretoria e do Conselho Fiscal o Presidente, ainda que resignatário, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, convocará a assembleia geral, a fim de ser constituída uma Junta Governativa Provisória, que, no prazo máximo de 100 (cem) dias, a contar da data da posse, deverá proceder a novas eleições gerais.”
Convocamos todos os colegas a defender esta que é nossa profissão de fé.
Código de Ética dos Jornalistas
Art. 6º É dever do jornalista:
IV – defender o livre exercício da profissão;
V – valorizar, honrar e dignificar a profissão;
Art. 12. O jornalista deve:
X – prestar solidariedade aos colegas que sofrem perseguição ou agressão em consequência de sua atividade profissional.
Estatuto do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro
Art. 2° – São objetivos do Sindicato:
VI) defender o livre exercício da profissão de jornalista, procurando por todos os meios assegurar a plena liberdade de pensamento e de ação profissional;
Art. 9° – Os associados do Sindicato estão sujeitos às seguintes penalidades:
I – Advertência;
II – Suspensão;
III- Exclusão.
§ 3° – A pena de exclusão será aplicada pela assembleia geral nos casos de:
I) Ação nociva ao Sindicato e à categoria profissional por falta grave cometida contra o patrimônio moral ou material do Sindicato, espírito reiterado de discórdia ou má conduta profissional apurada pela Comissão de Ética;
Art. 28 – Os membros da diretoria. Conselho Fiscal, Comissão de Ética e Conselho de Representantes perderão os seus mandatos nos seguintes casos:
II) violação deste Estatuto e do Código de Ética.

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